Nuno Rivotti

Nome conhecido no mercado Português de videojogos, Nuno é licenciado em pintura. Todo o seu percurso profissional está ligado a Concept Art, animação e aos videojogos.

FunçõesDirector PedagógicoDirector de Produção

Sobre Nuno Rivotti

  • P: O que fazes?
  • R: Faço a coordenação pedagógica da Odd e gestão de projecto de alguns cursos. Paralelamente faço direcção artística na Yellow Mammoth.
  • P: Quando descobriste que tinhas queda para a coisa?
  • R: Eu não tenho queda para a coisa!
  • P: O que querias ser quando eras criança?
  • R: Nada disto. Pensei em ser astronauta e bombeiro, mas rapidamente isso passou. Depois meti na cabeça que queria seguir efeitos especiais, daqueles que na altura só se faziam com modelos verdadeiros, plásticos e resinas, mas como isso na altura aqui em portugal era apenas um mito, assim que tive hipótese aproximei-me da área pelo 3D. Já lá vão uns anos..
  • P: O que fazes quando não estás na Odd School?
  • R: Eu estou sempre na Odd School! E quando tenho tempo durmo.
  • P: És licenciado em pintura. Como é que te tornaste num dos principais impulsionadores da área de jogos em Portugal?
  • R: Acho que foram as companhias certas na hora certa.
    Na verdade eu não passei da pintura para os videojogos, eu passei do digital para a pintura. Durante a faculdade troquei as voltas aos professores, e passei da pintura para o 3D e do 3D para os videojogos. O meu curso de pintura era praticamente só de conceptualistas, ou seja, experiências com tintas em telas na vertical e na horizontal, e eu não gostava disso, o meu estilo era e é mais figurativo. Para além disso, também não queria sujar as mãos, então fiz tudo em digital. Inventei que as telas eram demasiado grandes para as levar para a escola e fui entregando tudo impresso.  Fiz toda a tese e a defesa dos trabalhos sempre impressos e convenci-os de que aquilo era feito à mão. Depois à data da avaliação final , mostrei-lhes os ficheiros em digital.
    Paralelamente a isso, na mesma faculdade inscrevi-me em cadeiras extra curriculares de 3D onde acabei por dar aulas, como já sabia mais do que os meus colegas, estive 2 anos assim onde ganhei alguma experiência pedagógica. Fiz também cursos avançados na faculdade e depois acabei por seguir carreira basicamente dentro do desenvolvimento e direcção artística, graças também ao meu background literário, de psicologia, teologia e estética.
  • P: Como é que um designer se entende com um programador?
  • R: Não se entendem! é um mito...
  • P: Quais são os teus objectivos a curto prazo?
  • R: Continuar a fazer da Odd School uma escola de referência nacional.
  • P: E a longo prazo?
  • R: Talvez internacionalizar a Odd School, e sem dúvida ter alguma relevância no esforço que é necessário para alterar o pensamento de investimento e produção em jogos e cinema de animação em Portugal.
  • P: Quais as tuas referências de topo?
  • R: Não tenho referências de topo nem ídolos. Procuro referências quando preciso de as encontrar. Embora enquanto direcção artística por vezes tenha de adaptar as minhas referências e os meus estilos perante os projectos. Claro que ponho sempre o meu cunho pessoal,  tenho as minhas preferências em termos de estética. Mas como artistas específicos ou nomes, não tenho ídolos, tenho os clássicos. Tudo o que é classicismo tem valor, o que for boa pintura figurativa e tudo o que for exímio tecnicamente. Para mim não há referências de topo, existem apenas as referências certas para o momento certo. Não tenho nomes, tenho gostos.
  • P: O que fazes?
  • R: Faço a coordenação pedagógica da Odd e gestão de projecto de alguns cursos. Paralelamente faço direcção artística na Yellow Mammoth.
  • P: Quando descobriste que tinhas queda para a coisa?
  • R: Eu não tenho queda para a coisa!
  • P: O que querias ser quando eras criança?
  • R: Nada disto. Pensei em ser astronauta e bombeiro, mas rapidamente isso passou. Depois meti na cabeça que queria seguir efeitos especiais, daqueles que na altura só se faziam com modelos verdadeiros, plásticos e resinas, mas como isso na altura aqui em portugal era apenas um mito, assim que tive hipótese aproximei-me da área pelo 3D. Já lá vão uns anos..
  • P: O que fazes quando não estás na Odd School?
  • R: Eu estou sempre na Odd School! E quando tenho tempo durmo.
  • P: És licenciado em pintura. Como é que te tornaste num dos principais impulsionadores da área de jogos em Portugal?
  • R: Acho que foram as companhias certas na hora certa.
    Na verdade eu não passei da pintura para os videojogos, eu passei do digital para a pintura. Durante a faculdade troquei as voltas aos professores, e passei da pintura para o 3D e do 3D para os videojogos. O meu curso de pintura era praticamente só de conceptualistas, ou seja, experiências com tintas em telas na vertical e na horizontal, e eu não gostava disso, o meu estilo era e é mais figurativo. Para além disso, também não queria sujar as mãos, então fiz tudo em digital. Inventei que as telas eram demasiado grandes para as levar para a escola e fui entregando tudo impresso.  Fiz toda a tese e a defesa dos trabalhos sempre impressos e convenci-os de que aquilo era feito à mão. Depois à data da avaliação final , mostrei-lhes os ficheiros em digital.
    Paralelamente a isso, na mesma faculdade inscrevi-me em cadeiras extra curriculares de 3D onde acabei por dar aulas, como já sabia mais do que os meus colegas, estive 2 anos assim onde ganhei alguma experiência pedagógica. Fiz também cursos avançados na faculdade e depois acabei por seguir carreira basicamente dentro do desenvolvimento e direcção artística, graças também ao meu background literário, de psicologia, teologia e estética.
  • P: Como é que um designer se entende com um programador?
  • R: Não se entendem! é um mito...
  • P: Quais são os teus objectivos a curto prazo?
  • R: Continuar a fazer da Odd School uma escola de referência nacional.
  • P: E a longo prazo?
  • R: Talvez internacionalizar a Odd School, e sem dúvida ter alguma relevância no esforço que é necessário para alterar o pensamento de investimento e produção em jogos e cinema de animação em Portugal.
  • P: Quais as tuas referências de topo?
  • R: Não tenho referências de topo nem ídolos. Procuro referências quando preciso de as encontrar. Embora enquanto direcção artística por vezes tenha de adaptar as minhas referências e os meus estilos perante os projectos. Claro que ponho sempre o meu cunho pessoal,  tenho as minhas preferências em termos de estética. Mas como artistas específicos ou nomes, não tenho ídolos, tenho os clássicos. Tudo o que é classicismo tem valor, o que for boa pintura figurativa e tudo o que for exímio tecnicamente. Para mim não há referências de topo, existem apenas as referências certas para o momento certo. Não tenho nomes, tenho gostos.